Review do episódio 3.01 Eu adoro esse episódio, logo de cara os escritores deixam claro que daqui pra frente a história será da Juliet. O nome “A Tale of Two Cities” a história de dois mundos diferente, isso é tão Romeo e Julieta. Eles abrem a temporada com o momento que a Juliet me conquistou. Sempre amei a música Downtown, e lá está essa mulher, ela está triste, mas segura o choro. E a primeira vista não sabíamos o que a chateava, mas depois percebemos que ela tinha acabado de descobrir que o Ben mentiu pra ela e ela deve estar imaginando a pobre da irmã dela morta e ela presa nessa craphole island.
Ela queima a mão coitada, e alguém a interrompe, batendo na porta, e o olhar que ela dá. “Ah, quem é agora?!” E adivinha quem é?... Amelia... Que a gente ainda não sabe quem é, mas tenho certeza que é a Amy dos anos setenta. Amélia vai entrar e perguntar pra Jules porque ela está chorando, “queimar a mão não coloca lágrimas no seu rosto?” Mas eles cortaram essa parte, e colocaram num mobsodio, cortaram para o clube do livro.
Segundo momento que eu me apaixonei pela Juliet, eles estão discutindo o meu livro favorito! "Carrie a estranha" E foi ai que eu entendi porque eles escolheram o nome Henry Gale para o falso nome do Ben, Henry Grayle é o diretor da escola da Carrie. Então Juliet começa a discutir com o cara sobre livre arbítrio, e adivinha só quem a está observando... Amelia! Dá até para ouvi-la dizer, “you go, girl!” Mas ai ela é interrompida pelo Oceanic 815. E sinto vontade de abraçar o Ben por tirar o Goodwin do caminho. O que seria de Suliet se o Goodwin não morresse?
Toda a interação da Juliet com o Jack é perfeita. Também comecei como uma Jacketeer. Adoro ver a Juliet tirando com a cara dele. “No, I’m a repo woman!” E depois o momento que eu surtei quando o Jack perguntou pra Jules da Dharmas e ela disse assim.
Juliet: Bom, Jack, aquilo foi há muito tempo atrás!
Repare como a Juliet parece se lembrar dos anos 70. Estou começando a achar que a primeira versão de Lost já era um loop, e que a Juliet sempre se lembrou de tudo. Reparem como ela olha o Sawyer na jaula dele. Parece que ela o conhece, que ela o ama. Reparem como ela olha pro Jack, quando ela diz que a Iniciativa DHARMA foi há muito tempo atrás, como ela olha para ele decepcionada, porque é tudo culpa dele!
Por fim, ela decide acalmar o Jack dizendo que a Sarah é feliz. E o Jack aceita a resposta sem saber se é verdade ou não.
Quanto ao Sawyer, eu ADORO quando ele grita SONUVABITCH, como eu amo aquele homem. Eu ri demais, mas coitado. E o momento que a Jules o eletrocuta, momento favorito, com certeza! Dá para perceber que os escritores já tinham Suliet em mente desde o começo também.
Sempre adorei o trabalho de câmera, mas eles se superaram nesse episódio. Se não me engano foi o Jack Bender quem dirigiu, ele sempre faz um trabalho lindo. Mas o que se destacou no episódio foram os efeitos sonoros. Na jaula da Kate e do Sawyer, pode-se ouvir ursos urrando, e na do Jack se ouve golfinhos. Muito inteligente, já que tantos os golfinhos quanto os ursos foram soltos há muito tempo atrás. É como se o passado se misturasse com o presente. Como se a Juliet lembrasse, mas o resto do pessoal não se lembra.
Para resumir o episódio em uma só palavra diria intrigante. Sem sombra de dúvidas um dos meus episódios favoritos, só perde para “One of Us” porque é um episódio do Jack.

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